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PTERÍGIO



O que é?
O pterígio é uma degeneração da conjuntiva, ocorre pela ação do meio ambiente (radiação ultravioleta, calor, químicas) ou traumática. Há uma hipertrofia da conjuntiva que cresce sobre a córnea, que pode comprometer a visão. O pterígio não é catarata.

Sintomas

No início do crescimento do Pterígio ocorre irritação ou coceira, vermelhidão ocular e ardência.  A medida em que o pterígio cresce os sintomas pioram, podendo começar a afetar a visão. 

Tratamento

O tratamento inicial pode ser feito com colírios, compressa gelada e óculos com filtro solar. Com o seu crescimento, há necessidade de cirurgia.


Métodos Cirúrgicos:

1. Esclera Nua
Realiza-se somente a retirada do pterígio. A região por baixo do pterígio fica aberta, exposta ao meio-ambiente. Nesta técnica cirúrgica, o retorno do Pterígio pode ocorrer em 50% das pessoas operadas, no período de três meses. Nesse caso, a tendência dos sintomas é de ficarem ainda piores.

2. Cirurgia com transplante de conjuntiva
Neste método a parte exposta, abaixo do pterígio, é protegida por um transplante de conjuntiva do próprio olho. Com isso, o índice de recidiva cai para 4%. Quando indicado, usa-se ainda a mitomicina-C, que evita a proliferação das células, diminuindo ainda mais o risco do pterígio voltar.

3. Cirurgia com cola biológica
Além do transplante de conjuntiva e de mitomicina-C, é usado um método que consiste no uso de cola biológica. Com a cola, geralmente dispensa o uso de pontos. É mais confortável.

RETINOPATIA DIABÉTICA

Como Ocorre?
A diabetes é uma doença metabólica que afeta a parede dos vasos sanguíneos. Na retina, afeta a microcirculação, causando lesões que fazem com que ocorra extravasamento de sangue e líquido para a retina

Qual é o tratamento?
O tratamento da retinopatia diabética é basicamente clínico nos estágios iniciais, mas à medida que a doença evolui, pode ser necessário realizar foto coagulação com laser especial (argônio), ou até cirurgia de vitrectomia e aplicação de fármacos intraoculares.

Quais os fatores de risco?

  • Predisposição genética;
  • Mau controle da glicemia (diabetes alta);
  • Longo período com diagnóstico da doença; 

Precaução

Os diabéticos devem fazer exames do fundo do olho com especialista em retina, que com o auxilio de exames especiais poderá orientar a necessidade de tratamento precoce, para evitar o agravamento da doença;

Pode ser realizado a Angiofluoresceínografia para detectar fases iniciais da doença, mesmo quando não são observadas ao exame de fundo de olho. E, com isso determinar o início do tratamento com laser.

Para aqueles pacientes que aguardam a baixa da visão para procurar tratamento, têm grande chance de já ter lesões irreversíveis na retina, como proliferações neovasculares, grandes áreas sem circulação e isquemia (não circulação) do nervo óptico.

Por isso, se você ou familiar tiver diabetes, procure fazer consultas de rotina como forma de controle da retinopatia diabética. A prevenção e o acompanhamento rigoroso podem diminuir os riscos da cegueira. 

Hoje dispomos de Laser terapia, farmacoterapia, e cirurgias, para o tratamento, além de equipamentos para auxílio no diagnóstico, como o OCT- HD (tomografia de coerência óptica de alta definição) e a angiofluoresceinografia digital.

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